
Muçurana (a Lenda da Cobra Preta) (part. Dicy)
Nando Cruz
Mãe dormiu sem avisar pesado sono
Lá fora nem ave de agouro cantara
Por riba da casa de barro de mãe
Só vadia Lua minguava
Por riba da casa de barro de mãe
Só vadia Lua minguava
No leito de mãe sobe algo
Preto como a noite manto
Mamou em mãeínha há muito
Enquanto iludia astuto com ponta
Do rabo minha boca num pipo
Por riba da casa de barro de mãe
Só vadia Lua minguava
Por riba da casa de barro de mãe
Só vadia Lua minguava
Pintava seu corpo comprido com leite
Num branco em metade dos lombos o dito
Mãe, terra não come porque terra é mãe noutro nicho
Só metade meu coração é agora
A outra metade é do próprio
Por riba da casa de barro de mãe
Só vadia Lua minguava
Por riba da casa de barro de mãe
Só vadia Lua minguava
Só vadia Lua minguava
Mãe dormiu sem avisar pesado sono
Lá fora nem ave de agouro cantara
Por riba da casa de barro de mãe
Só vadia Lua minguava
E nas noites em que amo a mãe dos meus filhos
Isso sobe por minha coluna de osso
Devolve o leite roubado num Sol e acende
Meu olhos de bicho
Devolve o leite roubado num Sol
Ascendendo os meus olhos de bicho
Por riba da casa de barro de mãe
Só vadia Lua minguava
Mãe dormiu sem avisar
Os anjos vão me levando
Do mundo vou me esquecendo
Só de Deus vou me lembrando
Só de Deus vou me lembrando



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