
Rosas Púrpuras
Napoleão de Hospício
Caído na sarjeta
Onde são despejados
O coração lacerado
Que chora e sangra
Morre lentamente
E este coração
Já foi valente
À frente de qualquer juízo
O êxtase desmedido
Caído por entre
Os penhascos
O coração cravado
De espinhos
Um ato alucinado
Um amor impossível
À agonia de um coração
Traído por um beijo
E este coração
O mais puro e verdadeiro
As paixões do coração
Que não cabem em explicação
Caído no velho poço
Onde são despejados
Pobres loucos desvairados
Gritam nomes
Choram perdidamente
E este coração
Já foi valente
À frente de qualquer juízo
O êxtase desmedido
As paixões do coração
Que não cabem em explicação



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