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Perdida No Mato

Nara Si

Me vêem em fúria
Atirando raios
Soltando flechas em arredores desse peito de amizade
Falando ruge, tocando explode
Confronta e tenta suprimir meu ego de Madalena
Jóia de canto, agradecida
Me saca linda andando moça em torno dessa cidade
Que vim de longe pra essa morada
Andava presa pela cerca que cercava uma lenda
De um humano pousando sabe
Que não demora estar de frente de uma louca eternidade

Não problematize minha raridade
Servir comida para a santidade
Não me dá ouvido quando tem sentido
E me consola com mais um pedido
Da futilidade para a maresia
Enlouquece a linha desse teu pesar
Anoitece a boca de uma cristalina
E entorpece a sina desse teu estar

Eu recomeço, com meu legado
Partir concreto que me enlaça e trava capacidade
Sentir o inferno, queimar o resto
Me anunciar ao voto que assim espero tão certo
Perdida no mato com sono e cansaço
No semelhante procuro uma fonte encontro dificuldades
E sonho alto, caminho baixo
Me limitaram pra servir e tapar sol com peneira
Eu não entendo como é que sabe
Onde o começo, meio e fim envolvem verdades


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