
Quero Quero Gralha Azul
Neto Fagundes
Na geografia que nasceu pra todos
O tempo velho desenhou caminhos
E os quero-queros extraviaram ninhos
Toureando ventos que subiu do sul
Seguindo em frente as extensões lendárias
A pampa aberta vai morrendo aos poucos
Entreverando-se nas araucárias
Melenas verdes céu da gralha azul
Dois gritos gêmeos de amplidões distintas
Vigiando campos e a floresta acima
Ecos de um poema de uma mesma rima
Foram pintados pelas mesmas tintas
E o homem duro que define a terra
Mistura os rumo com esses dois parceiros
Um que floreia seus clarins guerreiros
Um que replanta pra manter a serra
Um que floreia seus clarins guerreiros
Um que replanta pra manter a serra



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