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Flor do Cabaré
Orlando Freitas
A mulher que eu amo tanto
Tem um coração de pedra
Só me fez ingratidao
Foi embora pra bem longe
Abandonou meu ranchinho
Nunca mais ela voltou
Foi que nem pomba caseira
Bateu asas e avoou
Foi morar em um cabaré
E viver nas boemias
Um cigarro no cinzeiro e cerveja e cachaça
Rodeado dos boemio
Vai beijando em boca em boca
Vai trocando ao seu corpo
Pelo um copo de bebida
Sem saber em frente ao altar
Foi rainha do meu lar
Essa flor do cabaré
Recebeu meu sobre nome
Escrita por: Orlando Freitas. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
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