A Morte
Ossétia
(Eu não sei onde te perdi
Não te reconheço mais
O que tu era já foi
E o que me restou enxergar)
(Só pedaços teus
Uma imagem que nao satisfaz
Desfigurada, ser que consome
Me transforma em nada)
Tuas palavras grudam
E apodrecem em mim
As mais bonitas que eu
Já ouvi nesse mundo
Pra sempre comemoram o meu fim
Tão perto dos teus olhos
Eu congelo
Nem uma lágrima escorre
Me leva pra trás
(Me aprisiona na imensidão)
Faz do abismo meu lar
(Eu nunca quis isso pra ti)
Como sentença divina
(Eu deixo você me condenar)
O berço da minha angústia habita em ti
(Me acorrenta a antigos fantasmas)
Sobras de uma utopia, herdeiro do pó
(E a orquestra para de tocar)
Planta em meu ventre
O anticristo
(Minha mente se despedaça)
Sobras de uma utopia
(Herdeiro do pó)
Tuas palavras grudam
E apodrecem em mim
As mais bonitas que eu
Já ouvi desse mundo
Pra sempre comemora o meu fim
Tuas palavras grudam
E apodrecem em mim
As mais bonitas que eu
Já ouvi desse mundo
Pra sempre comemora o meu fim



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