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Velha gaita de oito baixos duas fieiras de botão
Minha teta de índio guacho apojo da solidão
Num canto em que me remacho no mundo que é meu galpão
Contigo converso baixo segredos do coração

Minha alma cresce e destapa tudo que herdei dos meus pais
Raiz da cepa farrapa em voz dos meus ancestrais
O pampa bruto carrega no bojo das ressonâncias
Vendo assoprar nas macegas e arvoredo das estâncias

Resmungos de algum bochincho rangir de couros e bastos
Saudade até de um relicho rumor de chuva nos pastos
Cochichas que sou o taita que entendes dos teus segredos
Pois minha alma é uma gaita que está na ponta dos dedos

Escrita por: Pedro Ortaça, Brigadiano. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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