
Cundum Zererê / A Noite No Castelo / A
Palavra Cantada
Cundum cundum zererê, abre a boca
Que eu vou te comer, cundum cundum
Zererê, abre a boca, que eu vou te comer
Cundum cundum zererê, abre a boca, que
Eu vou te comer, a noite no castelo é mal
Assombrada, lá tem um fantasma que faz
Uh, e tem uma bruxa também que faz
Ha, ha, ha, e tem um vampiro também que faz
Sshh, nasci na Praia do Vizinho, 86
Vai fazer um mês
(Vai fazer um mês)
Que minha tia me emprestou cinco mil réis
Pra comprar pastéis
(Pra comprar pastéis)
É futurismo, menina
É futurismo, menina
Pois não é marcha
Nem aqui nem lá na China
Depois mudei-me para a Praia do Caju
Para descansar
(Para descansar)
No cemitério, toda gente pra viver
Tem que falecer
(Tem que falecer)
Seu Dromedário, é um poeta de juízo
É uma coisa louca
(É uma coisa louca)
Pois só faz versos quando a Lua vem saindo
Lá do céu da boca
(Lá do céu da boca)




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