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Bento Fumaça
Palmeira e Biá
Bento Fumaça
"Bento Fumaça foi um bandido que viveu no sertão mineiro,
Fazia tudo sozinho não precisava companheiro
No botequim da incruziada, veja o que ele fez um dia
Bateu num pobre de um cego que uma esmola lhe pedia
Bento Fumaça ainda falava pra quem quisesse iscuitá
Que tinha surrado o ceguinho, só mesmo pra insurtá
E o cego com seu guia, sumiu daquele lugar
Mas disse pra todo mundo-"Um dia hei de voltar""
Enquanto Bento Fumaça fazia suas valentia
O cego de porta em porta a sua esmola pedia
E de tostão em tostão, dinheiro ele ajuntou
E foi pra cidade grande e sua vista operou
Ao ver que tinha vortado de novo a luz do dia
Agradeceu o milagre rezando a Santa Luzia
Saiu e comprou passage, pegou o trem pro sertão
E só tinha um pensamento encontrar co valentão
Despois que ele matou o tar de Bento Fumaça
Perdeu a vista outra veiz, vortando a sua desgraça
Foi um castigo do céu que veio para provar
Que só Deus tem o direito da nossa vida tirar
Bento Fumaça
Bento Fumaça fue un bandido que vivió en el interior de Minas Gerais,
Hacía todo solo, no necesitaba compañero.
En el bar de la encrucijada, mira lo que hizo un día,
Golpeó a un pobre ciego que le pedía limosna.
Bento Fumaça aún decía a quien quisiera escuchar,
Que había golpeado al cieguito, solo para enojarlo,
Y el ciego con su guía, desapareció de ese lugar,
Pero le dijo a todo el mundo - 'Un día volveré'.



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