
Sol Na Cabeleira
Paulinho Kokay
Quarenta e dois graus de sol na cabeleira
Vão fritando os meus sentidos,
Alimentando uma leseira
Febre de mormaço e eu te abraço
Como um beijo no asfalto
E assalto os teus sonhos de princesa
Que beleza é poder tocar-te inteira
Teu sorriso espetando a minha mão
Minha mente viajando em tentação
Tua pele queimando de tesão
A paisagem é um rio
E eu um boto no cio querendo te encantar
Vem nadar no fundo, ganhar o mundo, Vem ver o sol raiar
Vem viver poesia, à luz do dia, Vem me ver dançar
Tô ficando louco, mas isso é pouco pro que eu posso alcançar
Tá faltando a lua te banhando nua e eu me acabar.



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