
Catavento
Paulinho Tapajós
Longe estou
Tão distante de um olhar
De um abrigo de um lugar
Dos abraços de alguém
Vela solta
Sigo nesse vento pelo mar
De novo eu solto o pensamento em seu olhar
Que me espera eu sei
Nos seus braços sou Deus sou rei
E o meu barco é flor
Na estrada do mar
Feita em pranto e desamor
Vou seguindo
Longe um catavento me acenou
Brincando no cantar do vento me contou
Que cedo hei de chegar
Numa praia enfeitada além
Pelo olhar que chorou
Que na areia ficou
Tanto tempo a me esperar
Vai meu barco
Vento forte me leva por esse mar
Nos seus braços vou me entregar
E me aportar vou



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