
O Profeta
Paulinho Tapajós
Então ele chegou tão de repente
Os pés descalços ternamente
Falou desses pecados dessa gente
Deixou agrados simplesmente ficou
Seria um Deus ou um poeta
Quem sabe um sábio algum profeta
Que atrás do dia se escondia
E que a verdade prometeu
Falou de pão, de paz, de amor, de espinho
Seus pés nas pedras do caminho feriu
Então seu sangue fez-se vinho
Que é cor da carne e do carinho calou
Seria um Deus ou um poeta
Quem sabe um sábio algum profeta
Que atrás do dia se escondia
E que a verdade prometeu
Então ele viveu eternamente
Em todo o rosto, em toda a mente
Deixou o seu abraço e o seu abrigo
Todos caminhos onde eu sigo amén
Partiu sem lágrimas, sem pranto
Como somente parte um santo
Naquela noite em todo o canto
Sua verdade amanheceu



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