Luar do Outro Sertão
Paulo Beto
Convoco minhas lágrimas pro meu sertão
Em terras cultivas pelas minhas próprias mãos
Ventos me trazem, gargalhadas em alta voltagem
Coragem meu irmão, alto lá, somos todos filhos de adão
Descendemos do cansaço da tia da poesia
Da tecnologia implantada na revolução
Somos ouro, somos lixo, sempre fadados ao capricho
E pra aumentar a competição, veja, caras e marie
Em cifras de violão, de violão, de violão
Vou cantar o humor negro
Sair por aí, deixar a noite invadir meu sossego
Tirar um dia de ladrão
Depois a noite sair e latir, como um velho cão
Como um velho cão, como um velho cão
No luar do outro sertão
No luar do outro sertão
No luar do outro sertão
No luar do outro sertão



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