
Sê Valente
Paulo César Baruk
Desaprendi a ouvir o som da tua boca, eterno
Quis segurar no que eu fiz
Me revirei no passado
Não sei cantar, vem me ensinar agora
Não sei calar, deixa eu te ouvir agora eu
Desaprendi a encarar a solitude da alma
No abandono o pavor, a insustentável fraqueza
Não sei ficar, ficar sozinho agora
Eu tenho você, mas o meu medo estraga
O medo se vai quando
Ouço a voz do alto me dizer
Sê valente, sê valente!
Ouço a voz do alto me dizer
Sê valente, sê valente!
Desaprendi a encarar a solitude da alma
No abandono o pavor, a insustentável fraqueza
Não sei ficar, ficar sozinho agora
Eu tenho você, mas o meu medo estraga
O medo se vai quando
Ouço a voz do alto me dizer
Sê valente, sê valente!
Ouço a voz do alto me dizer
Sê valente, sê valente!
O medo estraga, o medo e mais nada
O medo estraga, o medo e mais nada
O medo estraga, o medo e mais nada
O medo se vai quando
Ouço a voz do alto me dizer
Sê valente, sê valente!
Ouço a voz do alto me dizer
Sê valente, sê valente!
Ouço a voz do alto me dizer
Sê valente, sê valente!
Sê valente, sê valente!
Sê valente!



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