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Já peguei meu violão
Pra falar do nosso amor
Mas se é Deus quem dá o dom
A mulher concede a dor

E assim voltei pra minha esquina
Mas sem querer voltar
Canto até seis da matina
Que é para poder não chorar

Mas não tem nada eu vou ficando com a rapaziada
Cantando um samba e outra no meu violão
Poeta que é poeta mora na jogada
Um amor que vai é mais uma canção

Mas quem tira ainda vai pôr
Pela lei da proporção
Quando Deus pede o penhor
A mulher pede o perdão

E assim deixei a minha esquina
Mas sem querer deixar
Em rotina por rotina
Eu vou levando devagar

Mas o meu nome vai ficando pela madrugada
Eu tenho um samba e outra pra cada emoção
Poeta que é poeta não perde a parada
O que vem é festa pro meu coração

Escrita por: João Nogueira / Paulo César Pinheiro. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
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