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Meus Tempos da Vaqueiro
Pedro Bento e Zé da Estrada
Meu cavalo Trampolino, meu cachorro companheiro
Na garupa laço forte para laçar boi traiçoeiro
Meu alforge inseparável, chapéu de couro mateiro
Meu gibão bem reforçado pra livrar dos espinheiros.
Oh, meu irmão é preciso sim
Ter muita coragem para vaquejar
De sol a sol na invernada
No meu sertão boi bravo pegar.
Certa vez me lembro bem na Fazenda Riachão
Meu cavalo tombou morto nos chifres de um malhadão
Não morri naquele dia por Deus eu fui amparado
Peguei o bicho no laço, deixei no toco amarrado.
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