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Eu Bebo Pinga
Peregrino e José Pobre
Eu Bebo Pinga
Eu bebo pinga
E bebo, bebo até deitá
Eu gosto mesmo da pinga
E bebo até me embriagá
Eu bebo pinga
E bebo, bebo até deitá
Eu gosto mesmo da pinga
E bebo até me embriagá
Eu fui num baile
Na casa do Zé Elias
Tanta pinga que eu bebia
Que o povo se admirava
E o coitado
Do garçom não me vencia
Levava garrafa vazia
Porque cheia não parava
Eu fui num baile
Na casa do Vicentão
Ele trouxe um garrafão
Pra vê se me embriagava
Só pra depois
Me dá um pescoção
E me derrubá no chão
Sabendo que eu não levantava
Eu bebo pinga
E bebo, bebo até deitá
Eu gosto mesmo da pinga
E bebo até me embriagá
Eu bebo pinga
E bebo, bebo até deitá
Eu gosto mesmo da pinga
E bebo até me embriagá
Vô contá o que aconteceu
Nessa semana passada
Agora acabei de crê
Que a pinga é bicho danada
Eu saí pra voltá cedo
Só cheguei de madrugada
Eu cheguei lá do buteco
Que não enxergava nada
Ah! Hora amargurada
Quando a mulher disse assim
Se você não deixá da pinga
Você apanha de mim
Oh! Minha gente
Essa história que eu revelo
Foi de tanto de chinelo
Que fiquei ferido assim
Eu bebo pinga
E bebo, bebo até deitá
Eu gosto mesmo da pinga
E bebo até me embriagá
Eu bebo pinga
E bebo, bebo até deitá
Eu gosto mesmo da pinga
E bebo até me embriaga
É pelo amor da pinga
Que eu estou aqui cantando
Eu lembro naquela surra
E meu corpo vai arrepiando
Dentro da minha casa
A mulher tá me esperando
Com o cabo da vassoura
Sei que acabo apanhando
Me dá mais um trago, amigo
Pra seguir minha jornada
Hoje eu saí de casa
Pra voltá na hora marcada
Se atrasá cinco minuto
Outra vez na chinelada
O que eu acho mais difícil
É mulher dormir separada
Eu bebo pinga
E bebo, bebo até deitá
Eu gosto mesmo da pinga
E bebo até me embriagá
Eu bebo pinga
E bebo, bebo até deitá
Eu gosto mesmo da pinga
E bebo até me embriagá
Yo bebo aguardiente
Yo bebo aguardiente
Y bebo, bebo hasta caer
Me gusta mucho el aguardiente
Y bebo hasta embriagarme
Yo fui a un baile
En la casa de Zé Elias
Tanto aguardiente que bebía
Que la gente se sorprendía
Y el pobre
Del mesero no me vencía
Llevaba botella vacía
Porque llena no paraba
Yo fui a un baile
En la casa de Vicentão
Él trajo un garrafón
Para ver si me embriagaba
Solo para después
Darme un golpe en el cuello
Y tirarme al suelo
Sabiendo que no me levantaba
Voy a contar lo que pasó
En esta semana pasada
Ahora acabo de creer
Que el aguardiente es un bicho malo
Salí para volver temprano
Solo llegué de madrugada
Llegué de la taberna
Que no veía nada
¡Ay! Hora amargada
Cuando la mujer dijo así
Si no dejas el aguardiente
Te pego a mí
¡Oh! Mi gente
Esta historia que revelo
Fue tanto con el chinelo
Que quedé herido así
Es por amor al aguardiente
Que estoy aquí cantando
Recuerdo aquel castigo
Y mi cuerpo se eriza
Dentro de mi casa
La mujer me está esperando
Con el palo de la escoba
Sé que termino recibiendo
Dame otro trago, amigo
Para seguir mi jornada
Hoy salí de casa
Para volver a la hora acordada
Si me atraso cinco minutos
Otra vez con el chinelo
Lo que encuentro más difícil
Es que la mujer duerma separada
Yo bebo aguardiente
Y bebo, bebo hasta caer
Me gusta mucho el aguardiente
Y bebo hasta embriagarme
Yo bebo aguardiente
Y bebo, bebo hasta caer
Me gusta mucho el aguardiente
Y bebo hasta embriagarme



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