
Cenas de Um Fato Banal
Perímetro Urbano
Perpetrou seu plano vil
Noite soturna de frio
Na rua escura a emboscada
Ela tão só caminhava
Surge o algoz num instante
Grito de dor lancinante
Que pela noite se espalha
Cedera ante navalha
Vacila por um segundo
O marginal sem pudor
Vingar-se a qualquer custo
Pague o preço da dor
Um golpe seco, fatal
Se esvai em sangue, o impuro
Outro tão forte igual
Contra o seu próprio pulso
Esconde a morte um jornal
Amanheceu novo dia
Cenas de um fato banal
Medo na periferia
Põe-se a explicar um boçal
Por que da carnificina
Como se a culpa afinal
Fosse o que ela vestia
E a vida volta ao normal
Pra luta de mais um dia
Cenas de um fato banal
Morte na periferia



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