Sociedade Doente
Carina Renó
Pelas ruas da cidade vejo nojo, caos e anjos perdidos
Uma geração em martírio buscando um pouco de alívio
Tentando achar um culpado pela desgraça do mundo
E fugir de uma sociedade doente onde nada mais é absurdo
Uma menina acorda na madrugada
Com algo quente em suas mãos
Parece uma arma mas não de brinquedo
Ela finge não acordar
Apenas vira-se e dorme
Um homem com sua mente
Comete um ato de violência
Causando dor maior que qualquer murro
Ele era seu pai
E deveria protegê-la
O ciclo de abuso tem que acabar
Levei 30 anos pra organizar
O trauma, a furia, a angústia brutal
Da misoginia que é estrutural
Ainda há tanto tabu e opressão
São tantas lutando contra a depressão
Não cale mas sempre respeite o seu tempo
O processo de cura as vezes é lento



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