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Direitos Humanos

Poeta e Trovador

Não me sentaria
No banco dos réus por me abandonar
Se fosse sincera
E dissesse que nunca teve amor por mim

Mas eu lhe condeno
Por suas maneiras de me enganar
Ver meu coração
Pobre apaixonado judiado assim

Criminosa
Você violou meus direitos humanos
O golpe ingrato dos teus desenganos
Matou o meu sonho cheio de ilusão

Criminosa
Matou meu amor puro e sublime
Que na lei divina também é um crime
Matar a esperança de um coração

Quando em meus braços
Você simulava um amor profundo
Eu tão inocente
Quase delirava de felicidade

Você foi pra mim
A pior espécie de mulher do mundo
Em suas palavras
Não havia um pingo de sinceridade

Criminosa
Você violou meus direitos humanos
O golpe ingrato dos teus desenganos
Matou o meu sonho cheio de ilusão

Criminosa
Matou meu amor puro e sublime
Que na lei divina também é um crime
Matar a esperança de um coração


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