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Farinha - Motivo de Surra

Poeta J Sousa

Letra

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Farinha - Motivo de Surra

Dois paraibanos foram
Trabalhar lá em Brasília
Deixando a sua terra
Seu povo e sua família
Chegaram muito feliz
Na capital do país
E já foram trabalhar
Num emprego que encontraram
No qual eles dois ficaram
Trabalhando sem parar

Certa manhã de domingo
Eles foram passear
Pelas ruas de Brasília
Só para desopilar
Ou seja, desparecer
E um alívio ter
Do trabalho que ao cristão
Causa estresse e cansaço
E mesmo ninguém é de aço
Pra não ter recreação

Depois que muito andaram
Contemplando rua e praça
Pararam em um barzinho
Pra tomar uma cachaça
Ao chegarem no barzinho
Pediram logo um quartinho
De cachaça com limão
Começaram a beber
Sentindo muito prazer
Bem dentro do coração

Quando beberam a cana
Pagaram e foram embora
E observavam tudo
Andando de rua a fora
Antes de em casa chegar
Puderam observar
De longe um homem apanhando
Pelo uns cinco ou sês soldados
Desses bem mal encarados
Que estavam no homem dando

Quando chegaram mais perto
Viram que aquele sujeito
Em quem os policiais
Batiam de todo jeito
Era um colega deles
Que trabalhava com eles
Chamado Zé de Chiquinha
E os soldados batiam
No coitado e diziam
Pra que foi cheirar farinha?

Aí os dois paraibanos
Ficaram em pé olhando
Enquanto os policiais íam
Seu colega açoitando
Só porque o pobre tinha
Cheirado uma farinha
Numa venda que passou
Aí um dos paraibanos
Já fazendo os seus planos
Para o outro assim falou

Amigo, vamos embora
Para o nosso estado
Não quero ficar aqui
Nesse lugar desgraçado!
Aí o outro na hora
Disse assim: Nós vamos embora?
Deixe de tão mole ser!
Saiba que se nós voltar
Lá para o nosso lugar
Vamos o emprego perder!

O mole aí respondeu
Por essa forma dizendo
Ora sebo, meu amigo
Se eles estão batendo
No pobre de Zé de Chiquinha
Só porque cheirou farinha
O que vão fazer com a gente
Aquele lote de home
Quando souber que nós come
Farinha diariamente?

Farinha - Razón para una paliza

Dos personas de Paraíba
Fueron a trabajar
A Brasilia se mudaron
Dejando su hogar
Llegaron contentos
A la capital
Y rápidamente
Encontraron un lugar
Donde trabajar
Sin parar

Una mañana de domingo
Decidieron pasear
Por las calles de Brasilia
Para relajar
Del trabajo pesado
Que les causa estrés
Y aunque nadie es de acero
Todos merecen un res

Después de caminar
Por la ciudad
Se detuvieron en un bar
Para descansar
Pidieron un trago
De cachaça con limón
Y empezaron a beber
Sintiendo emoción

Cuando terminaron
Pagaron y se fueron
Observando todo
Mientras caminaban
Antes de llegar a casa
Vieron a lo lejos
A un hombre siendo golpeado
Por unos soldados
Con mal aspecto

Al acercarse más
Vieron que el hombre
Al que golpeaban
Era su compañero
Que trabajaba con ellos
Llamado Zé de Chiquinha
Los soldados le decían
¿Por qué te metiste en problemas?

Los dos paraibanos
Quedaron mirando
Mientras los policías
Golpeaban a su amigo
Por haber probado
Un poco de harina
En una tienda cercana
Uno de ellos dijo
Vámonos de aquí

El otro respondió
¿Nos vamos de verdad?
No seas tan cobarde
Si volvemos
Perderemos el trabajo
El primero contestó
Si están golpeando
A nuestro amigo
Por probar harina
¿Qué harán con nosotros?
Cuando sepan
Que comemos harina
diariamente?


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