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Casinha Onde Nasci

Praião e Prainha

Linda casinha onde eu nasci
Meu berço amado onde me criei
Hoje me vejo longe de ti
De saudade sei que morrerei

Ainda recordo o teu jardim
Lindas flores que eu plantei
Também recordo a mulher querida
Que nesta vida eu mais amei

O destino me obrigou
A viver distante do meu rincão
E hoje esta saudade
Aos poucos invade meu coração

Esta ingrata que eu tanto amei
Hoje vive em outros braços
Ainda por ingratidão
Vive a sorrir do meu fracasso

Com a triste solidão
Que hoje acompanha meus passos
Deixei minha terra e saí pelo mundo
Pra não ser dela um palhaço

Esta ingrata me obrigou
A ser um boêmio e viver pelas ruas
Bebendo de bar em bar
Por companheira só tenho a Lua

Escrita por: Almiron / Laterza / versão: Praião e Orziro Alves Moraes. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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