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Pela Graça Divina

Quinteto em Branco e Preto

Quando vejo Tia Cida na roda de samba balançar
Me traz lembranças, das danças e bênçãos de mãe do congá
Me traz lembranças, das danças e bênçãos de mãe do congá
Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão contemplando a canção do cerrado

Quando vejo Tia Cida na roda de samba balançar
Me traz lembranças das danças e bênçãos de mãe do congá
Me traz lembranças das danças e bênçãos de mãe do congá
Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão contemplando a canção do cerrado

Tão formosa
Acrescenta o pão de cada dia
E derrama dos céus todas horas os raios do sol e do luar
Ao romper da aurora
Alumia, alumia o amor
Agradeço ao meu protetor
Pela graça e a paz e o cobertor
Nessas noites tão frias
Senhor
Que me tira dos males do mundo
Que me fez lembrar de mamãe
Pela graça divina
Que me guia no claro e no escuro
Abaixo Deus acima de tudo
O que prezo na vida é mamãe

Quando vejo Tia Cida na roda de samba balançar
Me traz lembranças das danças e bênçãos de mãe do congá
Me traz lembranças das danças e bênçãos de mãe do congá
Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão contemplando a canção do cerrado

Tão formosa
Acrescenta o pão de cada dia
E derrama dos céus todas horas os raios do sol e do luar
Ao romper da aurora
Alumia, alumia o amor
Agradeço ao meu protetor
Pela graça e a paz e o cobertor
Nestas noites tão frias
Senhor
Que me tira dos males do mundo
Que me fez lembrar de mamãe
Pela graça divina
Que me guia no claro e no escuro
Abaixo Deus acima de tudo
O que prezo na vida é mamãe

Que me tira dos males do mundo
Que me fez lembrar de mamãe
Pela graça divina
Que me guia no claro e no escuro
Abaixo Deus acima de tudo
O que prezo na vida é mamãe

Quando vejo Tia Cida na roda de samba balançar
Me traz lembranças, das danças e bênçãos de mãe do congá
Me traz lembranças, das danças e bênçãos de mãe do congá
Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão
Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão contemplando a canção do cerrado

Na palma da mão

Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão contemplando a canção do cerrado

Simbora
Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão contemplando a canção do cerrado
Em procissão contemplando a canção do cerrado

Êh Tia Cida
Alô São Mateus
Alô Santo Amaro
Salve Santo Antonio da Platina

Escrita por: Magnu Sousa / Maurilio de Oliveira. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Tefé. Revisiones por 2 personas. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.

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