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Vamo ralá, vamo ralá
mandioca tá dura
vamo ralá

Deixa moer, deixa moer
mete a cana, mulata
deixa moer

Um compasso criado
bem lá no passado
Um passo gingado
do interior

Do canto envolvente
nasceram poesias
daquelas que dona Judite cantou

O caboco tingido
brincado de negro
O escravo africano
ele retratou

Entra nessa roda
e vem brincar com a gente
Cabocos e negros
mistura de amor

Vamo ralá, vamo ralá
Vamo ralá mandioca

Ao som dos gambás
das noites juninas
meninos, meninas
que o tempo marcou

São cor e saudade
pintando a lembrança
dos tempos criança
que o tempo levou

São marcas de vida
da minha cidade
Alegrias, verdades
que a gente cantou

Entra nessa roda
e vem brincar com a gente
cabocos e negros
mistura de amor

-refrão-

Vamo ralá, vamo ralá
mandioca tá dura
vamo ralá

Deixa moer, deixa moer
mete a cana, mulata
deixa moer

Escrita por: Celdo Braga / Homenagem A Judite Andrade / Rubens Bindá. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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