Traducción generada automáticamente

visualizaciones de letras 15.296

Norte Nordeste Me Veste

Rapadura XC

Letra

Nuestra traducción no tiene la misma cantidad de líneas que la letra original, ayúdanos a revisarla para que se muestre correctamente.

Norte Nordeste Me Veste

O nordeste é poesia,
Deus quando fez o mundo
Fez tudo com primazia,
Formando o céu e a terra
Cobertos com fantasia.
Para o sul deu a riqueza,
Para o planalto a beleza
E ao nordeste a poesia.
(trecho de patativa do assaré).

Rasgo de leste a oeste como peste do sul ao sudeste
Sou rap agreste norte-nordeste epiderme veste
Arranco roupas das verdades poucas das imagens foscas
Partindo pratos e bocas com tapas mato essas moscas
Toma! eu meto lacres com backs derramo frases ataques
Atiro charques nas bases dos meus sotaques
Oxe! querem entupir nossos fones a repetirem nomes
Reproduzindo seus clones se afastem dos microfones
Trazem um nível baixo, para singles fracos, astros de
Cadastros
Não sigo seus rastros, negados padrastos
Cidade negada como madrasta, enteados já não arrasta
Esses órfãos com precatas, basta! ninguém mais empata
Meto meu chapéu de palha sigo pra batalha
Com força agarro a enxada se crava em minhas
Mortalhas
Tive que correr mais que vocês pra alcançar minha vez
Garra com nitidez rigidez me fez monstro camponês
Exerce influência, tendência, em vivência em crenças
Destinos
Se assumam são clandestinos se negam não nordestinos
Vergonha do que são, produção sem expressão própria
Se afastem da criação morrerão por que são cópias
Não vejo cabra da peste só carioca e paulista
Só frestyleiro em nordeste não querem ser repentistas
Rejeitam xilogravura o cordel que é literatura
Quem não tem cultura jamais vai saber o que é
Rapadura
Foram nossas mãos que levantaram os concretos os
Prédios
Os tetos os manifestos, não quero mais intermédios
Eu quero acesso direto às rádios palcos abertos
Inovar em projetos protestos arremesso fetos
Escuta! a cidade só existe por que viemos antes
Na dor desses retirantes com suor e sangue imigrante
Rapadura eu venho do engenho rasgo os canaviais
Meto o norte nordeste o povo no topo dos festivais,
Toma!

Refrão:

Êha! ei! nortista agarra essa causa que trouxeste
Nordestino agarra a cultura que te veste
Eu digo norte vocês dizem nordeste
Norte nordeste norte nordeste
Êha! hei! nortista agarra essa causa que trouxeste
Nordestino agarra a cultura que te veste
Eu digo norte vocês dizem nordeste
Norte nordeste norte nordeste

Poesia:

Minhas irmãs, meus irmãos, oxe! se assumam como
Realmente são
Não deixem que suas matrizes, que suas raizes morram
Por falta de irrigação
Ser nortista & nordestino meus conterrâneos num é ser
Seco nem litorâneo
É ter em nossas mãos um destino nunca clandestino para
Os desfechos metropolitanos.

Devasto as galerias tão frias cuspo grafias em vias
Espalho crias nas linhas trilhas discografias
Arrasto lp?s, ep?s cds, dvds
Cachês, clichês, surdez, vocês? não desta vez!
Esmago boicotes com estrofes em portes cortes nos
Flogs
Poetas pobres em montes dão choques em hip pops
Versos ferozes em vozes dão mortes aos tops blogs
Repente forte do norte sacode em trotes galopes
Meto a fita embolada do engenho em bilhetes de states
Dou breaks em fakes enfeites cacete nas mix tapes
Bloqueio esses eixos os deixo sem alimentação
Alheios fazem feio nos meios de comunicação
Essas rádios que não divulgam os trabalhos criados em
Nossos estados
Ouvintes abitolados é o que produz
Contratos que pagam eventos forçados com pratos sobre
Enlatados
Plágios sairão entalados com esse cuscuz
Ao extremo venho ao terreno me empenho em trampo
Agrônomo
Espremo tudo que tenho do engenho a um campo autônomo
Juntos fazemos demos oxigênios anônimos
E não gêmeos fenômenos homogêneos homônimos
Caros exteriores agrários são os criadores
Diários com seus labores contrários a importação
São raros nossos autores amparo pra agricultores
Calcários pra pensadores preparo pra incitação
Sou côco e faço cocada embolada bolo na hora
Minha fala é a bala de agora é de aurora e de
Alvorada
Cortando o céu da estrada do nada eu faço de tudo
Com a enxada aro esse mundo e no estudo faço morada
Sou doce lá dos engenhos e venho com essa doçura
Contenho poesia pura a fartura de rima tenho
Desenho nossa cultura por cima e não por de baixo
Não sabe o que é cabra macho? me apresento rapadura
Espanco suas calças largas com vagas para calouros
Estranha o som do gonzaga a minha sandália de couro
Que esmaga cigarras besouros mata nos criadouros
Meu povo o maior tesouro amor regional duradouro
Recito os ribeirinhos o mara - baixo em vivência
Um norte com essência não enxerga essa concorrência
São tão iguais ouvi vários e achei que era só um
Se no nordeste num tem grupo bom
Não tem em lugar nenhum, toma!

Refrão:

Êha! ei! nortista agarra essa causa que trouxeste
Nordestino agarra a cultura que te veste
Eu digo norte vocês dizem nordeste
Norte nordeste norte nordeste

Êha! ei! nortista agarra essa causa que trouxeste
Nordestino agarra a cultura que te veste
Eu digo norte vocês dizem nordeste
Norte nordeste norte nordeste.

Norte Nordeste Me Viste

El noreste es poesía,
Cuando Dios creó el mundo
Lo hizo todo con primacía,
Formando el cielo y la tierra
Cubiertos con fantasía.
Para el sur dio la riqueza,
Para el altiplano la belleza
Y al noreste la poesía.
(trecho de patativa do assaré).

Rasgo de este a oeste como plaga del sur al sureste
Soy rap agreste norte-nordeste epidermis viste
Arranco ropas de las verdades pocas de las imágenes oscuras
Partiendo platos y bocas con bofetadas mato esas moscas
¡Toma! yo pongo sellos con backs derramo frases ataques
Tiro charques en las bases de mis acentos
¡Oxe! quieren atascar nuestros auriculares repitiendo nombres
Reproduciendo sus clones aléjense de los micrófonos
Traen un nivel bajo, para sencillos débiles, astros de
Registros
No sigo sus rastros, negados padrastros
Ciudad negada como madrastra, hijastros ya no arrastra
Estos huérfanos con prejuicios, ¡basta! nadie más empata
Pongo mi sombrero de paja sigo a la batalla
Con fuerza agarro el azadón se clava en mis
Mortajas
Tuve que correr más que ustedes para alcanzar mi turno
Garra con nitidez rigidez me hizo monstruo campesino
Ejerce influencia, tendencia, en vivencia en creencias
Destinos
Si asumen son clandestinos si niegan no nordestinos
Vergüenza de lo que son, producción sin expresión propia
Aléjense de la creación morirán porque son copias
No veo hombre del campo solo carioca y paulista
Solo freestyler en noreste no quieren ser repentistas
Rechazan xilografía el cordel que es literatura
Quien no tiene cultura jamás sabrá lo que es
Rapadura
Fueron nuestras manos las que levantaron los concretos los
Edificios
Los techos los manifiestos, no quiero más intermediarios
Quiero acceso directo a las radios escenarios abiertos
Innovar en proyectos protestas lanzamiento fetos
¡Escucha! la ciudad solo existe porque vinimos antes
En el dolor de estos migrantes con sudor y sangre inmigrante
Rapadura vengo del ingenio rasgo los cañaverales
Pongo el norte nordeste la gente en la cima de los festivales,
¡Toma!

Coro:

¡Epa! ¡hey! nortista agarra esta causa que trajiste
Nordestino agarra la cultura que te viste
Yo digo norte ustedes dicen nordeste
Norte nordeste norte nordeste
¡Epa! ¡hey! nortista agarra esta causa que trajiste
Nordestino agarra la cultura que te viste
Yo digo norte ustedes dicen nordeste
Norte nordeste norte nordeste

Poesía:

Mis hermanas, mis hermanos, ¡oxe! asúmanse como
Realmente son
No dejen que sus matrices, que sus raíces mueran
Por falta de riego
Ser nortista y nordestino mis compatriotas no es ser
Seco ni litoraleño
Es tener en nuestras manos un destino nunca clandestino para
Los desenlaces metropolitanos.

Devasto las galerías tan frías escupo grafías en vías
Esparzo crías en las líneas senderos discografías
Arrastro lp?s, ep?s cds, dvds
Cachés, clichés, sordera, ¿ustedes? ¡no esta vez!
Aplasto boicotes con estrofas en puertas cortes en los
Flogs
Poetas pobres en montes dan choques en hip pops
Versos feroces en voces dan muertes a los tops blogs
Repente fuerte del norte sacude en trotes galopes
Pongo la cinta enredada del ingenio en boletos de estados
Doy pausas en falsos adornos garrote en las mix tapes
Bloqueo esos ejes los dejo sin alimentación
Ajenos hacen feo en los medios de comunicación
Esas radios que no divulgan los trabajos creados en
Nuestros estados
Oyentes abotagados es lo que produce
Contratos que pagan eventos forzados con platos sobre
Enlatados
Plagios saldrán atascados con este cuscús
Al extremo vengo al terreno me empeño en trabajo
Agrónomo
Exprimo todo lo que tengo del ingenio a un campo autónomo
Juntos hacemos demos oxígenos anónimos
Y no gemelos fenómenos homogéneos homónimos
Caros exteriores agrarios son los creadores
Diarios con sus labores contrarios a la importación
Son raros nuestros autores amparo para agricultores
Calcáreos para pensadores preparo para incitación
Soy coco y hago cocada enredada pastel en el momento
Mi habla es la bala de ahora es de aurora y de
Alborada
Cortando el cielo de la carretera de la nada hago de todo
Con el azadón aro este mundo y en el estudio hago morada
Soy dulce allá de los ingenios y vengo con esa dulzura
Contengo poesía pura la abundancia de rima tengo
Dibujo nuestra cultura por encima y no por debajo
¿No sabe lo que es hombre valiente? me presento rapadura
Golpeo sus pantalones anchos con plazas para novatos
Extraño el sonido del gonzaga a mi sandalia de cuero
Que aplasta cigarras escarabajos mata en los criaderos
Mi gente el mayor tesoro amor regional duradero
Recito los ribereños el mara - bajo en vivencia
Un norte con esencia no ve esta competencia
Son tan iguales oí varios y pensé que era solo uno
Si en el nordeste no hay buen grupo
No hay en ningún lugar, ¡toma!

Coro:

¡Epa! ¡hey! nortista agarra esta causa que trajiste
Nordestino agarra la cultura que te viste
Yo digo norte ustedes dicen nordeste
Norte nordeste norte nordeste
¡Epa! ¡hey! nortista agarra esta causa que trajiste
Nordestino agarra la cultura que te viste
Yo digo norte ustedes dicen nordeste
Norte nordeste norte nordeste.


Comentarios

Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra

0 / 500

Forma parte  de esta comunidad 

Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de Rapadura XC y explora más allá de las letras.

Conoce a Letras Academy

¿Enviar a la central de preguntas?

Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.

Comprende mejor con esta clase:

0 / 500

Opciones de selección