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Somos filhos da pátria onde somos iludidos
Enganados por discurso de políticos
Evidenciando, o separatismo
Dividindo estereótipo categoria e princípios

Vejo almas que deixam seus corpos
Aumentando o sentimento de ódio
Mas pra que sonha em conquista o mundo
Enquanto somos vítimas do cleptomaníaco

Enquanto uns defende o roubo corporativo
Transformando a vítima em novo perigo
Empatia com o pai de família assassinado
Com a mãe chorando sobre corpo ensanguentado

Liberdade pra quem destruiu família
Corrompendo jovens de esquina a esquina
Não tô pedindo licença pra falar o que penso
Enquanto o argumento ser pobre te dá o direito

A crônica segue um contexto, ideológico
Balançando bandeira, com temas anacrônicos
Estado bélico onde a mente se perturba
Triangulando motivos de forma mutua

Anistiado questionando anistia sem crime
Diferente do ativista, que mata oponente
E raso os modulo de julgamento
Deixa morre, pra salvar o arquiteto do inferno

Nem o amor pela humanidade em seus corações, não odeieis
Só quem não é amado tem a capacidade de poder odiar
Não luteis pela escravidão, luteis pela liberdade, no capítulo 17 de São Lucas está escrito
O reino de Deus está dentro do homem
Não em um homem, nem em um grupo de homens
Mas em todos os homens, em vocês, vocês, o povo
Têm o poder, o poder de criar felicidade, vocês, o povo
Têm o poder de fazer esta vida livre e linda
E de também transformar esta vida numa maravilhosa aventura

No dia das crianças sonhei com uns brinquedos
E não ver minha mãe chorando no meu enterro
Enquanto o mauricinho escolhia o presente
Eu contava moedinha pra comprar um refri quente

Da laje eu via o drone, da PM
Enquanto muitos sonham com a liberdade
E não com uma infância cheia de tristeza
E versável que não pensamos com firmeza

Quando se vê um jovem com a 9 na mão
Desabilitando morador com sua opressão
Não existe lado certo em uma narrativa
Quando a justificativa e carregada de injustiça

Quando a educação e resumida merenda
O ensino termina no barraco com goteira
No álbum de família rasgado na cabeceira
Destruindo o futuro do menino na biqueira

Hoje entendo que o destino é cruel e seleto
Ser pobre não te fez, soldado do inferno
Entre Carrinho e pistola, quem decide é o governo
Que só te reconhece disparando morteiro

Pense bem quando tiver que escolher
Um lado da história, que não vai te favorecer
Somos apenas uma peça no tabuleiro
Definhando com o sentimento de enterro

Então em nome da democracia, vamos usar este poder, vamos todos nos unir
Vamos lutar por um novo mundo, um mundo decente que dará ao homem chance para trabalhar
Que dará à juventude um futuro e à velhice tranquilidade, prometendo estas coisas
Brutos têm subido ao poder, mas eles mentem, eles não cumprirão essas promessas
Jamais cumprirão, os ditadores querem liberdade, mas eles escravizam o povo
Agora vamos lutar para que se cumpra essa promessa, vamos lutar para libertar o mundo
Para derrubar barreiras nacionais, derrubar a ambição
O ódio e a intolerância, vamos lutar por um mundo sensato
Um mundo onde a ciência e o progresso nos levarão à felicidade de todos
Em nome da democracia, devemos nos unir


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