Coração Sanfoneiro: O Velho Lua e a Voz da Emoção
Reinaldo Coelho
No fole do sanfoneiro
Bambeia o coração
Pelo Sertão, o canto de juriti
Deixa um verso florir
Nas estradas de Exu
Do agreste pelo Nordeste a resistir
São flores que brotam no mandacaru
O desatino vai à luta
Pelas andanças da ilusão
Num sonho aos States of Piauí
Em busca do ganha-pão
O Velho Lua enfeita o céu estrelado
Por Padim, Padim Ciço
Um eterno abençoado
Ô dina, desce o Morro do São Carlos
Poesia no asfalto que deságua na canção
Ô dina, sentimento do artista
De moleque a sambista
Esperança ao toque do violão
Reencontros do Brasil sem aperreio
Ao toque do pandeiro que invade o Canindé
Seguindo encanto de borboletas
A bênção de Januário, é rochedo da fé
Vai terminando o espetáculo
Vaqueiro veios nem descansa no estábulo
No palco, as luzes não se apagam depois do tchau
Um eterno recomeço sem ponto final
Se achegue, morena
Vai começar um forró do bom (ô se avexe não!)
Corações unidos pulando fogueira de são João
Se achegue, morena
Vai começar um forró do bom (ô se avexe não!)
Corações unidos ao som de Gonzaguinha e Gonzagão



Comentarios
Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra
Forma parte de esta comunidad
Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de Reinaldo Coelho y explora más allá de las letras.
Conoce a Letras AcademyRevisa nuestra guía de uso para hacer comentarios.
¿Enviar a la central de preguntas?
Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.
Comprende mejor con esta clase: