
Na Metade da Saudade
Ricardo Bergha
Vou na garupa do vento
No andar manso do pingo
Sei que depois da invernada
Segue, à distância, comigo
Te carrego no meu canto
No duetar das esporas
Quando canta puntesuela
No andar manso das horas
Aah, ah-ah
Na canhada das lembranças
Fica um sonho por metade
Sem reencontrar os carinhos
No corredor da saudade
É quando a Lua traz a noite
Levando a réstia do dia
Te vejo voltar pra casa
Pra te tornar poesia
Aah, ah-ah, aah, ah-ah
É assim que te encontro
Neste andejar imperfeito
Invernando coração
Na metade do meu peito
Meu sonho se torna inteiro
Vivendo além do sentir
Na metade da saudade
Na metade da saudade
Que abriga meu existir
É quando a Lua traz a noite
Levando a réstia do dia
Te vejo voltar pra casa
Pra te tornar poesia
Aah, ah-ah, aah, ah-ah



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