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Mensageiro do Vento

Rock de Galpão

É do minuano que falo, falo das sangas também
Da beleza do meu paco e das coisas do além
Falo da noite em Veneza e uma tarde em Madrid
Falo de Tânger e também de Paris

Com a alma livre que falo das coisas que me convêm
Do sábio, o homem que chora quando não se contém
Falo da Lua cheia e o brilho que inventa o dia
Falo quando estou triste e também na alegria

Poemas de amor e de tantas gauchadas
Lasco um rock de galpão e atravesso a madrugada
Bebo vinho, bebo água e rezo um pouco também
Se alguém sabe o futuro, me fale só o mês que vem

Com a alma livre que falo das coisas que me convêm
Do sábio, o homem que chora quando não se contém
Poemas de amor e de tantas gauchadas
Lasco um rock de galpão e atravesso a madrugada
Bebo vinho, bebo água e rezo um pouco também
Se alguém sabe o futuro, me fale só o mês que vem


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