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Era uma vez

Rock de Galpão

Era uma vez um potrinho baio
Era uma vez um negrinho só

Quando o potrinho fez-se potro o negrinho
Continuou pequenininho, e cada vez mais só

Foi uma vez uma carreira grande
O corredor era o negrinho só
Um baio raio tropeçou na raia
Libras de ouro se fizeram pó, e o negrinho só

Acenda velas quem não sabe o resto
Da velha história que eu cortei ao meio
E ao pé da vela deixe fumo em rama
Para o negrinho do pastoreio

Galopa, 'lope, galopa
Cavalo de assombração
Baio raio pêlo de lua
Risca, xispa na escuridão

Vai o casco, fica o rastro
Passa um vulto, fica o susto
Quem viu, duvida que viu
Quem pensa que viu, não viu
Quem viu, duvida que viu
Quem pensa que viu, não viu

Galopa, 'lope, galopa
Cavalo de assombração
Baio raio pêlo de lua
Risca, xispa na escuridão
Baio raio pêlo de lua
Risca, xispa na escuridão
Baio raio pêlo de lua

Escrita por: Aparicio Silva Rillo / Mário Barbará Dornelles. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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