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Ou nada
Romulo Fróes
Ou nada
São cabeças cortadas no céu de uma estrela chamada sol
Todo o resto e você me detesta e com isso seguimos nós
Meu consolo é que eu morro de sono, de chumbo, de bala e dó
Um dó não devia no vidro e uma bolha de ar
Onde havia beleza, incerteza e pó
Meu consolo é que eu morro de culpa, de porre, de berro e só
Só sob a estrela da noite estrelada de alguém
De algum astronauta, de algum outro mundo
Meu consolo é que eu morro de vício, o início do fim de tudo
Ou nada...
Escrita por: Clima / Romulo Froes. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.



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