De Volta a Jerusalém
R.R. Castro
Longe bem longe num dia em que o Sol brilhou forte em Jerusalém
O cetro, a coroa e as tribos deram vivas e um brado ao novo Rei
Tão jovem ele tomou se conselhos e foi reinar
Logo a vaidade do mundo moderno tomou do Senhor todo lugar
Alianças pagãs altares de Baal, tinha sede de força ainda que fosse mal
Praticava magia, astros e alquimia, levava o povo a pecados Mortais
E os mesmos joelhos e antes dobravam ao Deus de Israel
Prostrara às estrelas ao Sol e a Lua e a Deuses infiéis
Olhos fechados, ouvidos tampados, Israel não pode se corromper
Erga a cabeça antes que aconteça, não à Babilônia e ao seu poder
E o mesmo mundo que o influenciara, prendeu foi levado como animal
Entre espinhos Manassés o ex aclamado, Prisioneiro cativo ali humilhado
Chorou e lembrou-se dos conselhos paternos da sua infância
Pediu ao senhor que ele desse ali uma última chance
Todos pecados ali perdoados, o passado do Rei Deus se esqueceu
Restituído, centro devolvido o Altar do Senhor restabeleceu
Olhos fechados, ouvidos tampados, Israel não pode se corromper
Erga a cabeça antes que aconteça, não à Babilônia e ao seu poder



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