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Imperatriz Leopoldinense 2025 - Me Leva e Cia

Samba Concorrente

Letra

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Imperatriz Leopoldinense 2025 - Me Leva e Cia

Vai começar
Vai começar
Vai começar
Vai começar

Vai começar o itã de Oxalá
Segue o cortejo funfun ao Senhor de Ifón, Babá
Vai começar o itã de Oxalá
Segue o cortejo funfun ao Senhor de Ifón, Babá

Orinxalá destina seu caminhar
Ao reino do quarto Alafin de Oyó
Alá, majestoso em branco marfim
Consulta o Ifá e assim
No Odú, o presságio cruel
Negando a palavra do babalaô
Soberano em seu trono, o senhor
Vê o doce se tornar o fel

Ofereça pra Exu, um ebó vai proteger
Penitência de Exu, não se deixa arrefecer
Ele rompe o silêncio com a sua gargalhada
É cancela fechada, é o fardo de dever
Ofereça pra Exu, um ebó vai proteger
Penitência de Exu, não se deixa arrefecer
Ele rompe o silêncio com a sua gargalhada
É cancela fechada, é o fardo de dever

Mas o dono do caminho não abranda
Foi vinho de palma, dendê e carvão
Sabão da costa pra lavar demanda
E a montaria o leva à prisão
O povo adoeceu, tristeza perdurou
Nos sete anos de solidão

Justiça maior é de meu Pai Xangô
Traz água fresca pra justiça verdadeira
Justiça maior é de meu Pai Xangô
Meu Pai Xangô mora no alto da pedreira

Preceito Nagô a purificar
Desata o nó que ninguém pode amarrar
Transborda axé no Ibá e na quartinha
Pra firmar, tem acaçá, ebô e ladainha

Oní sáà wúre, awúre, awúre
Quem governa esse terreiro ostenta seu adê
Ijexá ao pai de todos os oris
Rufam atabaques da Imperatriz
Oní sáà wúre, awúre, awúre
Quem governa esse terreiro ostenta seu adê
Ijexá ao pai de todos os oris
Rufam atabaques da Imperatriz

Vai começar o itã de Oxalá
Segue o cortejo funfun ao Senhor de Ifón, Babá
Vai começar o itã de Oxalá
Segue o cortejo funfun ao Senhor de Ifón, Babá

Orinxalá destina seu caminhar
Ao reino do quarto Alafin de Oyó
Alá, majestoso em branco marfim
Consulta o Ifá e assim
No Odú, o presságio cruel
Negando a palavra do babalaô
Soberano em seu trono, o senhor
Vê o doce se tornar o fel

Ofereça pra Exu, um ebó vai proteger
Penitência de Exu, não se deixa arrefecer
Ele rompe o silêncio com a sua gargalhada
É cancela fechada, é o fardo de dever
Ofereça pra Exu, um ebó vai proteger
Penitência de Exu, não se deixa arrefecer
Ele rompe o silêncio com a sua gargalhada
É cancela fechada, é o fardo de dever

Mas o dono do caminho não abranda
Foi vinho de palma, dendê e carvão
Sabão da costa pra lavar demanda
E a montaria o leva à prisão
O povo adoeceu, tristeza perdurou
Nos sete anos de solidão

Justiça maior é de meu Pai Xangô
Traz água fresca pra justiça verdadeira
Justiça maior é de meu Pai Xangô
Meu Pai Xangô mora no alto da pedreira

Preceito Nagô a purificar
Desata o nó que ninguém pode amarrar
Transborda axé no Ibá e na quartinha
Pra firmar, tem acaçá, ebô e ladainha

Oní sáà wúre, awúre, awúre
Quem governa esse terreiro ostenta seu adê
Ijexá ao pai de todos os oris
Rufam atabaques da Imperatriz
Oní sáà wúre, awúre, awúre
Quem governa esse terreiro ostenta seu adê
Ijexá ao pai de todos os oris
Rufam atabaques da Imperatriz

Vai começar

Imperatriz Leopoldinense 2025 - Me Leva e Cia

Espero que comience
Sigue la funfun procesión al Señor de Ifón, niñera

Orinxalá, dedica tu caminar
Al reino del cuarto Alafín de Oyó
Alá, majestuoso en blanco marfil
revisa ifá y demás
En el odu, el cruel augurio
Negar la palabra del babalaô
Soberano en su trono, el señor
Ver lo dulce convertirse en hiel

Ofrécelo a exú, un ebó protegerá
Penitencia de Exú, no te dejes enfriar
Rompe el silencio con su risa
Es una puerta cerrada, es la carga del deber

Pero el dueño del camino no frena
Era vino de palma, aceite de palma y carbón
Hay demanda de jabón costero para lavar
Y el monte lo lleva a prisión
La gente enfermó, la tristeza persistió
En los siete años de soledad

Mayor justicia es de mi padre xangô
Llevar agua dulce a la verdadera justicia
(Mi padre Xangô vive en lo alto de la cantera)

Precepto de Nagô para purificar
Desata el nudo que nadie puede atar
Axé se desborda en ibá y en la quartinha
Para firmarlo hay acaçá, ebô y letanía

¡Oní sáà wúre! ¡Aw, aw!
Quien gobierna este terreiro muestra su adê
Ijexá al padre de todos los oris
Tambores de la Emperatriz

Escrita por: Me Leva / Thiago Meiners / Miguel da Imperatriz / Jorge Arthur / Daniel Paixão / Wilson Mineiro. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por João. Revisiones por 3 personas. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.

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