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Mocidade Independente de Padre Miguel 2025 - Paulo César Feital e Cia
Samba Concorrente
Mocidade Independente de Padre Miguel 2025 - Paulo César Feital e Cia
O céu vai clarear
Iluminar a zona oeste da cidade
E Deus vai desfilar
Pra ver o mago recriar a Mocidade
O céu vai clarear
Iluminar a zona oeste da cidade
E Deus vai desfilar
Pra ver o mago recriar a Mocidade
A luz que nos chega da estrela primeira
Nascida do pó no Cruzeiro do Sul
Do plasma divino das mãos carpinteiras
Ressurge candeia no breu nesse azul
Será que o limbo da imaginação
Perverte a inteligência?
O homem com sua ambição
Desconhece a razão, desatina a Ciência
Será que há de ter carnaval sem minha cadência?
Com alas em tom digital, no fim da existência
Me diz, afinal
Quem há de arcar com as consequências?
Se a Mocidade sonhar
No infinito escrever
Versos à luz do luar, deixa!
Quando o futuro voltar
A juventude vai crer
Que toda estrela pode renascer
Se a Mocidade sonhar
No infinito escrever
Versos à luz do luar, deixa!
Quando o futuro voltar
A juventude vai crer
Que toda estrela pode renascer
O verde adoecido da esperança
Ofega sobre o leito da cobiça
Quem vive pelo preço da cobrança
Derrama sua lágrima postiça
Fogo matando a floresta
Bicho morrendo no cio
Febre no pouco que resta
Secam as águas do rio
E a vida vai vivendo por um fio
Naveguei
No afã de me encontrar, eu me emocionei
Lembrei da corda bamba que atravessei
São tantas as viradas desta vida
A mão que faz a bomba se arrepende
Faz o samba e aprende
A se entregar de corpo e alma na avenida
O céu vai clarear
Iluminar a zona oeste da cidade
E Deus vai desfilar
Pra ver o mago recriar a Mocidade
O céu vai clarear
Iluminar a zona oeste da cidade
E Deus vai desfilar
Pra ver o mago recriar a Mocidade
A luz que nos chega da estrela primeira
Nascida do pó no Cruzeiro do Sul
Do plasma divino das mãos carpinteiras
Ressurge candeia no breu nesse azul
Será que o limbo da imaginação
Perverte a inteligência?
O homem com sua ambição
Desconhece a razão, desatina a Ciência
Será que há de ter carnaval sem minha cadência?
Com alas em tom digital, no fim da existência
Me diz, afinal
Quem há de arcar com as consequências?
Se a Mocidade sonhar
No infinito escrever
Versos à luz do luar, deixa!
Quando o futuro voltar
A juventude vai crer
Que toda estrela pode renascer
Se a Mocidade sonhar
No infinito escrever
Versos à luz do luar, deixa!
Quando o futuro voltar
A juventude vai crer
Que toda estrela pode renascer
O verde adoecido da esperança
Ofega sobre o leito da cobiça
Quem vive pelo preço da cobrança
Derrama sua lágrima postiça
Fogo matando a floresta
Bicho morrendo no cio
Febre no pouco que resta
Secam as águas do rio
E a vida vai vivendo por um fio
Naveguei
No afã de me encontrar, eu me emocionei
Lembrei da corda bamba que atravessei
São tantas as viradas desta vida
A mão que faz a bomba se arrepende
Faz o samba e aprende
A se entregar de corpo e alma na avenida
O céu vai clarear
Iluminar a zona oeste da cidade
E Deus vai desfilar
Pra ver o mago recriar a Mocidade
O céu vai clarear
Iluminar a zona oeste da cidade
E Deus vai desfilar
Pra ver o mago recriar a Mocidade
Juventud 2025 - Paulo César Feital y Cia
El cielo va a clarear
Iluminar la zona oeste de la ciudad
Y Dios va a desfilar
Para ver al mago recrear la Juventud
La luz que nos llega de la estrella primera
Nacida del polvo en la Cruz del Sur
Del plasma divino de manos carpinteras
Resurge la candela en la oscuridad de este azul
¿Será que el limbo de la imaginación
Pervierte la inteligencia?
El hombre con su ambición
Desconoce la razón, desata la Ciencia
¿Será que habrá carnaval, sin mi cadencia?
Con alas en tono digital
Al final de la existencia
Dime al final, ¿quién cargará con las consecuencias?
Si la Juventud sueña
En el infinito escribir
Versos a la luz de la luna, ¡deja!
Cuando el futuro vuelva
La juventud va a creer
Que toda estrella puede renacer
El verde enfermo de la esperanza
Se ahoga sobre el lecho de la codicia
Quien vive por el precio de la cobranza
Derrama su lágrima falsa
Fuego matando el bosque
Bicho muriendo en celo
Fiebre en lo poco que queda
Secan las aguas del río
Y la vida va viviendo por un hilo
Navegué
En el afán de encontrarme, me emocioné
Recordé de la cuerda floja que crucé
Son tantas las vueltas de esta vida
La mano que hace la bomba se arrepiente
Hace el samba y aprende
A entregarse de cuerpo y alma en la avenida



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