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Paraíso do Tuiuti - Samba-Enredo 2026

Samba-Enredo

Letra

    [Enredo: Lonã Ifá Lukumi]

    Ibarabô
    Agô lonã, olukumi
    Ibarabô
    Agô lonã, olukumi

    Iboru, Iboya, Ibosheshe
    Canta, Tuiuti
    Iboru, Iboya, Ibosheshe
    Canta, Tuiuti

    Meu padrinho me falou
    Cada um tem seu orí
    O destino é professor
    A raiz é Lucumí

    Ifá, retira dessa flor os seus espinhos
    Revela meu odu e seus caminhos
    Com os ikins de Orunmilá
    Me dê seu irê para a vida
    Olodumarê, criador
    Espalhou axé e amor
    No ilê dos orixás

    E o negro, iniciado no segredo
    Do reino de Olokun, fez sua trilha
    Rompendo os grilhões de morte e medo
    Foi o primeiro babalaô da ilha

    Babá moforibalé
    Babá moforibalé
    Orunmilá taladê
    Babá moforibalé

    Eleguá
    É o dono do poder
    Moenda não pode mais moer
    Põe fogo na cana
    Eleguá
    Tem mandinga e dendê
    Hoje o coro vai comer
    Nas barbas de Havana

    Ah, o ânimo de ser do baticum
    Com a lâmina sagrada de Ogum
    E a sina de quem ama o idefá
    Ah, a rama do Caribe se expandiu
    No verde e amarelo do Brasil
    Nas cordas do opelé e no opon-ifá

    Derruba os muros quem sabe asfaltar
    Caminhos abertos na mão de Ifá
    Que o mundo entenda: O ebó vence a dor
    Sentado à esteira de um babalaô

    Ibarabô
    Agô lonã, olukumi
    Ibarabô
    Agô lonã, olukumi

    Iboru, Iboya, Ibosheshe
    Canta, Tuiuti
    Iboru, Iboya, Ibosheshe
    Canta, Tuiuti

    Meu padrinho me falou
    Cada um tem seu orí
    O destino é professor
    A raiz é Lucumí

    Ifá, retira dessa flor os seus espinhos
    Revela meu odu e seus caminhos
    Com os ikins de Orunmilá
    Me dê seu irê para a vida
    Olodumarê, criador
    Espalhou axé e amor
    No ilê dos orixás

    E o negro, iniciado no segredo
    Do reino de Olokun, fez sua trilha
    Rompendo os grilhões de morte e medo
    Foi o primeiro babalaô da ilha

    Babá moforibalé
    Babá moforibalé
    Orunmilá taladê
    Babá moforibalé

    Eleguá
    É o dono do poder
    Moenda não pode mais moer
    Põe fogo na cana
    Eleguá
    Tem mandinga e dendê
    Hoje o coro vai comer
    Nas barbas de Havana

    Ah, o ânimo de ser do baticum
    Com a lâmina sagrada de Ogum
    E a sina de quem ama o idefá
    Ah, a rama do Caribe se expandiu
    No verde e amarelo do Brasil
    Nas cordas do opelé e no opon-ifá

    Derruba os muros quem sabe asfaltar
    Caminhos abertos na mão de Ifá
    Que o mundo entenda: O ebó vence a dor
    Sentado à esteira de um babalaô

    Ibarabô
    Agô lonã, olukumi
    Ibarabô
    Agô lonã, olukumi

    Iboru, Iboya, Ibosheshe
    Canta, Tuiuti
    Iboru, Iboya, Ibosheshe
    Canta, Tuiuti

    Escrita por: Cláudio Russo / Gustavo Clarão / Luiz Antonio Simas. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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