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Jazigo
Sangue de Bode
Debochando do viver
Desse orgasmo ao falecer
Remendado várias vezes
Nada consegue parar
Essa unha a se roer
Esse filho a padecer
Esse parasita a me contaminar
Todo ódio que Nasceu
Mora dentro do meu eu
Desdenhando o próprio ser
Alegrando Satanás
E quando a festa acabar
O Chifrudo vai levar
Tudo que o mesmo criou
Mas que agora já morreu
Larvas, hospedam teu nome, teu cheiro e se movem no teu novo lar
Jazigo
Escrita por: João Pedro C.O. dos Santos. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.



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