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Horas Amargas
Santo Castro e Suzanito
Silêncio na rua, já é madrugada
Por sobre a calçada vivo a caminhar
Levando no peito a dor do abandono
Com medo do sono que está pra chegar
Que horas amargas, que noites pequenas
De um pobre boêmio que vive a vagar
Assim vou vivendo e a dor continua
Na rua espero a noite passar
Enquanto a cidade dorme
Eu não posso adormecer
Se dormir em sonho a vejo
Mais aumenta meus desejos
E a falta de você
Enquanto a cidade dorme
Eu não posso adormecer
Se dormir em sonho a vejo
Mais aumenta meus desejos
E a falta de você
Escrita por: Itamar / Santo Castro. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por PEDRO. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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