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Versos Diversos
Sebastião Dias
Versos Diversos
Versos Diversos
Como Elísio Félix, Canhotinho de ParaíbaComo Elísio Félix, Canhotinho da Paraíba
En defensa de la raza negraEm defesa da raça negra
Cuando Brasil era injustoQuando era injusto o Brasil
A los negros esclavizaronAos pretos escravizaram
El llanto de los hijos blancosO choro dos filhos brancos
Las madres negras consolaronAs mães pretas consolram
Y la leche de los hijos negrosE o leite dos filhos pretos
Los hijos blancos mamaronOs filhos brancos mamaram
Cuando el general Mascarenhas de Morais volvió de la guerra con nuestros pracinhasQuando o general Mascarenhas de Morais voltou da guerra com os nossos pracinhas
El piauiense Domingos da Fonseca fue a Río de Janeiro a homenajearlo con este repenteO piauiense Domingos da Fonseca foi ao Rio de Janeiro homenageá-lo com esse repente
Frente a un pelotónNa frente de um pelotão
Cuando un soldado caíaQuando um soldado pendia
Brasil se vestía de lutoO Brasil se enlutava
Y Mascarenhas decíaE Mascarenhas dizia
Gime Brasil que yo prometoGeme Brasil que eu garanto
Vengar tu lamento un díaVingar teu gemido um dia'
Poeta soñadorPoeta sonhador
Solo la grandeza de la madre naturalezaSomente a grandeza da mãe natureza
Te hizo cantadorTe fez cantador
Lourival Batista, maestro Louro de PajeúLourival Batista, mestre Louro do Pajeú
No sé cómo soportéEu não sei como suportei
En la vida tantas revueltasNa vida tantas revoltas
¿Placer por qué no me atrapas?Prazer por que não me prendes?
¿Herida por qué no me sueltas?Mágoa por que não me soltas?
¿Regalo por qué no huyes?Presente por que não foges?
¿Pasado por qué no regresas?Passado por que não voltas?
Pinto do Monteiro, la serpiente del CaririPinto do Monteiro, a serpente do Cariri
Esta palabra saudadesEssa palavra saudades
La conozco desde niñoConheço desde criança
Saudade de amor ausenteSaudade de amor ausente
No es saudade, es recuerdoNão é saudade é lembrança
Saudade solo es saudadeSaudade só é saudade
Cuando muere la esperanzaQuando morre a esperança
Poeta soñadorPoeta sonhador
Solo la grandeza de la madre naturalezaSomente a grandeza da mãe natureza
Te hizo cantadorTe fez cantador
Hercílio Pinheiro de Río Grande do NorteHercílio Pinheiro do Rio Grande do Norte
Cantando con Dimas BatistaCantando com Dimas Batista
Enfrentar a mi compañeroEnfrentar meu companheiro
Cantando, nadie se atreveCantando, ninguém se atreve
En el momento que él cantaNa hora que ele canta
Parece que Dios escribeParece que Deus escreve
Con tinta del color del cieloCom tinta da cor do céu
En papel hecho de nieveEm papel feito de neve
Las estrellas son zafirosAs estrelas são safiras
Incrustados en el infinitoEncravadas no infinito
Que la mano del creadorQue a mão do criador
Con su trabajo benditoCom seu trabalho bendito
Dejó del lado de afueraDeixou do lado de fora
Para que el cielo sea más bonitoPra o céu ficar mais bonito
Poeta soñadorPoeta sonhador
Solo la grandeza de la madre naturalezaSomente a grandeza da mãe natureza
Te hizo cantadorTe fez cantador
João Severo de Lima, de Patos de ParaíbaJoão Severo de Lima, de Patos da Paraíba
Cantó en mi bautizo y luego cantando conmigo al pie de la pared hizo esta sextillaCantou no meu batizado e depois cantando comigo no pé da parede fez essa sextilha
Niño, yo recuerdo el colorMenino eu me lembro a cor
De tus primeras sábanasDos teus primeiros lençóis
El sonido de mi guitarraO som da minha viola
Y el eco de mi vozE o eco da minha voz
Están debajo de las tejasEstão debaixo das telhas
De la casa de tus abuelosDa casa dos teus avós
Del patoense Odilon Nunes de Sá, de Paraíba, para la juventudDo patoense Odilon Nunes de Sá, da Paraíba, para a juventude
Admiro a la juventudAdmiro a mocidade
No querer envejecerNão querer envelhecer
Viejo nadie quiere serVelho ninguém ficar
Joven nadie quiere morirNovo ninguém quer morrer
Sin ser viejo nadie viveSem ser velho ninguém vive
Lo bueno es ser viejo y vivirBom é ser velho e viver
Poeta soñadorPoeta sonhador
Solo la grandeza de la madre naturalezaSomente a grandeza da mãe natureza
Te hizo cantadorTe fez cantador
Y el sertón aún llora por sus poetas: Antônio Marinho, el águila de la poesíaE o sertão ainda chora pelos seus poetas: Antônio Marinho, a águia da poesia
Jó Patriota, Rogaciano Leite, Zé Bernardino, Zé GonçalvesJó Patriota, Rogaciano Leite, Zé Bernardino, Zé Gonçalves
Severino Ferreira, Antônio Barbosa, Manoel Xudú, Zeca Filó y tantos otrosSeverino Ferreira, Antônio Barbosa, Manoel Xudú, Zeca Filó e tantos outros



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