
Câncer
Selvagem Utopya
O câncer se espalha nas ruas
Ninguém é só bom, ninguém é só mau
Primeiro o pão, depois a moral
A peste não tem mais cura
A nossa miséria a gente produz
Sozinhos, sem graça, sem luz
A doença corrói almas e carne
Ninguém consegue mais escapar
Mesmo doentes, vamos dançar
Homens controlam homens, compram homens, destroem homens
Homens controlam homens, compram homens, destroem homens
Homens controlam homens, compram homens, destroem homens
Mortos controlam mortos, compram mortos, destroem mortos
Dizem que o ser se humaniza na culpa
Tomando o leite e rasgando o couro
Delicadamente destruindo o outro
Só bondade é suicídio
Só maldade é extermínio
Santos, suicidas... assassinos
Sem vítimas, heróis ou bandidos
Filme sem começo, meio ou fim
A vida termina confusa assim
Homens controlam homens, compram homens, destroem homens
Homens controlam homens, compram homens, destroem homens
Homens controlam homens, compram homens, destroem homens
Mortos controlam mortos, compram mortos, destroem mortos



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