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Letra

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Travessia

Quando você foi embora fez-se noite em meu viver
Forte eu sou mas não tem jeito, hoje eu tenho que chorar
Minha casa não é minha, e nem é meu este lugar
Estou só e não resisto, muito tenho pra falar.

Solto a voz nas estradas, já não quero parar
Meu caminho é de pedras, como posso sonhar?
Sonho feito de brisa, vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto, vou querer me matar...

Vou seguindo pela vida me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte, tenho muito que viver
Vou querer amar de novo e se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço com meu braço o meu viver.

Solto a voz nas estradas, já não quero parar
Meu caminho é de pedras, como posso sonhar?
Sonho feito de brisa, vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto, vou querer me matar

Vou seguindo pela vida me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte, tenho muito que viver
Vou querer amar de novo e se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço com meu braço o meu viver...

(Na na na... Na na na na... Na na na na... Na na na na...)

Versão: Selvagens à Procura de Lei

Travesía

Cuando te fuiste, la noche se hizo en mi vida
Fuerte soy pero no hay manera, hoy tengo que llorar
Mi casa no es mía, ni este lugar es mío
Estoy solo y no resisto, tengo mucho que decir

Libero mi voz en los caminos, ya no quiero parar
Mi camino está lleno de piedras, ¿cómo puedo soñar?
Sueño hecho de brisa, el viento viene a terminar
Voy a cerrar mi llanto, voy a querer matarme

Sigo por la vida olvidándome de ti
Ya no quiero la muerte, tengo mucho que vivir
Quiero amar de nuevo y si no se puede, no sufriré
Ya no sueño, hoy construyo mi vida con mis propios brazos

Libero mi voz en los caminos, ya no quiero parar
Mi camino está lleno de piedras, ¿cómo puedo soñar?
Sueño hecho de brisa, el viento viene a terminar
Voy a cerrar mi llanto, voy a querer matarme

Sigo por la vida olvidándome de ti
Ya no quiero la muerte, tengo mucho que vivir
Quiero amar de nuevo y si no se puede, no sufriré
Ya no sueño, hoy construyo mi vida con mis propios brazos

(Na na na... Na na na na... Na na na na... Na na na na...)

Escrita por: Fernando Brant / Milton Nascimento. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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