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Calangueando

Serginho Madureira

Não entre no caminho, que eu preciso caminhar
Eu não vou ficar sozinho, sozinho eu não vou ficar
Sou do Sol, sou da Lua, sou da luz do luar
Sou de casa, sou da rua, sou de ir e de ficar
Não bata a porta que eu pulo a janela e vou lá
Não há comporta no mundo para me comportar
Vai na sua, não se encosta que eu não vou te segurar
Se já sabe da resposta, não precisa perguntar

Calangueando mesmo assim, eu não me entrego
Não me aquieto, não sossego enquanto não madrugar
A madrugada é a minha companheira
E eu não saio da Ribeira, nem se um dia clarear

Calangueando mesmo assim, eu não me entrego
Não me aquieto, não sossego enquanto não madrugar
A madrugada é a minha companheira
E eu não saio da Ribeira, nem se um dia clarear.

Lê lê lê, lê lê lê, lê lê lê, lê lê lê, ah
Lê lê lê, lê lê lê, lê lê lê, lê lê lê, ah

Escrita por: LUIZ CARLOS BAPTISTA (LUIZ CARLOS DA VILA) / SERGIO FELICIANO GARCIA (SERGINHO MADUREIRA) / SERGIO ROBERTO SERAFIM (SERGINHO MERITI) / VALDEMIR DE BARROS (MI BARROS). ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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