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Noturno (Em Tempo de Samba)
Silvio Caldas
Tarde da noite, na rua deserta
A vagar, eu estou
Não tenho destino nem rumo
Não sei de onde vim
Nem sei pra onde vou
Onde estou?
Sei que estou apaixonado
Sei que sou um desgraçado
Por amar tanto assim
Ai de mim
Já não sinto os encantos que o mundo
Oferece a qualquer
És meu mundo, mulher
Transformei-me em vulgar vagabundo
Que, no fundo, sabe o que quer
Dar-te amor e carinho profundo
Tu és todo o meu mundo, mulher
Eu te perdoo teu erro
Esqueçamos o que passou
E acompanhemos o enterro
De um passado que o vento levou
Aí amor
Escrita por: Custódio Mesquita / Evaldo Ruy. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Poeta. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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