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Valsa do Meu Subúrbio

Silvio Caldas

Valsa triste velha valsa
Das serestas nas noites de lua
Ainda hoje, tu emprestas
Teus lamentos aos cantores da rua

Velha valsa minha amiga
Tão boêmia quanto o teu cantor
Valsa triste tu me obrigas
A contar uma história de amor

Quem não viu num subúrbio distante
Numa valsa um cantor soluçar
A pedir, a implorar suplicante
A esmola de um beijo, um olhar

Eis que surge medrosa à janela
A donzela, a razão de seus ais
Ele então pede a ela
Que esta valsa não esqueça, jamais


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