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Letra

Luz del Sertão

Luar do Sertão

(No hay, oh gente, oh no(Não há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertãoLuar como esse do sertão
No hay, oh gente, oh noNão há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertão)Luar como esse do sertão)

Ay, qué nostalgia de la luz de mi tierraAi que saudade do luar da minha terra
Allá en la sierra blanqueando hojas secas por el sueloLá na serra branqueando folha seca pelo chão
Esta luz acá de la ciudad es tan oscuraEste luar cá da cidade é tão escuro
No tiene esa nostalgia de la luz de mi sertãoNão tem aquela saudade do luar do meu sertão

No hay, oh gente, oh noNão há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertãoLuar como este do sertão
No hay, oh gente, oh noNão há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertãoLuar como este do sertão

(No hay, oh gente, oh no(Não há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertãoLuar como esse do sertão
No hay, oh gente, oh noNão há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertão)Luar como esse do sertão)

Si la Luna nace detrás de la verde mataSe a Lua nasce por detrás da verde mata
Parece más un Sol de plata plateando la soledadMais parece um Sol de prata prateando a solidão
Y la gente agarra la guitarra que punteaE a gente pega na viola que ponteia
La canción y la Luna llena en el latir del corazónA canção e a Lua cheia no bater do coração

(No hay, oh gente, oh no(Não há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertãoLuar como esse do sertão
No hay, oh gente, oh noNão há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertão)Luar como esse do sertão)

Nada más bello en este mundo no existeCoisa mais bela neste mundo não existe
Que ver un gallo triste en el sertão haciéndose luzDo que ver um galo triste no sertão se faz luar
Parece que el alma de la Luna es la que cantaParece até que a alma da Lua é que descanta
Escondida en la garganta de este gallo sollozandoEscondida na garganta deste galo a soluçar

No hay, oh gente, oh noNão há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertãoLuar como este do sertão
(No hay, oh gente, oh no(Não há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertão)Luar como este do sertão)

Ay, quién pudiera morir allá en la sierraAi quem me dera que eu morresse lá na serra
Abrazando mi tierra y durmiendo de una vezAbraçando minha terra e dormindo de uma vez
Ser enterrado en una tumba pequeñitaSer enterrado numa cova pequenina
Donde la tarde la suruina llora su viudezOnde a tarde a suruina chora a sua viuvez

(No hay, oh gente, oh no(Não há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertãoLuar como esse do sertão
No hay, oh gente, oh noNão há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertãoLuar como esse do sertão

No hay, oh gente, oh noNão há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertãoLuar como esse do sertão
No hay, oh gente, oh noNão há, ó gente, ó não
Luz como esta del sertão)Luar como esse do sertão)

Escrita por: Catulo da Paixão Cearense / João Pernambuco. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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