
Saga dos Carneiros
Tagore
É difícil entender a quem se gosta
Vontades, virtudes, defeitos
Promessas quebradas, respostas
Vontade do primeiro beijo
Eu são e só
Relutante em um esforço, carcumido
Dançando num fogo cruzado
Com tudo de bom esquecido
Por dentro já petrificado
Eu são e só
Triste é a saga dos carneiros
Brancos, fortes, nevoeiros
Sopram, nossas sortes pelo chão
Dá uma dor, um desespero
Um olhar tão teu tão traiçoeiro
Ancorar nas minhas veias um anzol
(sussurros)
Você devia era se envergonhar
De pisar num sensível demais
Pela segunda vez, pela eternidade
Você devia era lhe dar um balde
Para que seus olhos de calheta prântica
Se esvaziassem de dor
Você devia era comprar-lhe um barco novo
Você devia, parar de viajar...



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