Mares Potiguares
Terezinha de Jesus
As potiguares são iguais
Mas de potes diferentes
Água de beber aguardente
Assim como águas correntes
Um coração bate forte
Ao norte, corpo da gente
É um zabumba no rio
Uma pancada no mar
Um arrepio tão grande
Ai, não dá pra suportar
É do norte e é de morte
É a sorte do azulão
É de prata, é de ouro
É do bornal de Lampião
E é do mato e de viagens
E é um cheiro no cangote
É um frevo, é um xaxado
É um chamego danado
É um martelo, um baião
É caju de pirangi
Mangaba e siriguela
Tapioca e peixe frito
É galinha à cabidela
Água de coco - beijo na boca
Água na boca - bejú de coco
Bejú de coco - beijo na boca
Água de coco - água na boca
Morenas, louras
Águas correntes
As potiguares são iguais
Mas de potes diferentes



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