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A Fenda
Tiago Bettencourt
Na rua estreita por onde passo
E não me vejo
Há um dia quente que não encontro
Mas em que sonho
E o livro aberto que me folheia
Não me descobre
Hei de encontrar a fenda que há em tudo
Por onde corre a brisa lenta
E todo o amor que há no mundo
Hei de encontrar a fenda que há em tudo
E tatuar no peito o medo
E tatuar no peito a cura
Há um cruzamento onde me escolho
Mas não me mudo
E em cada espelho, em cada passo
Que me desprendo
O livro aberto, a folha em banco
E o grito surdo
Escrita por: Tiago Bettencourt. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
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