Epistula ad mundum
To4st_894
O Sol está a pino
A arma de ruído fino
Disparado meu desejo de menino
Uma vontade que vem vindo
Eu quero mesmo é esquecer de você
Então vai se foder
Todos os meus demônios só querem me deter
Eu odeio raiva contida
Eu odeio o sentido falso do amor
Eu odeio minhas feridas
Me fortalecem mas também me causam dor
Eu odeio raiva contida
Eu odeio o sentido falso do amor
Eu odeio minhas feridas
Me fortalecem mas também me causam dor
A arma do soldado para seus pés
As moças carentes pobres indo a bordeis
Eu vejo bombas voando através
E no mesmo céu eu vejo um mundo em viés
Imundo e sujo
Eu odeio raiva contida
Eu odeio o sentido falso do amor
Eu odeio minhas feridas
Me fortalecem mas também me causam dor
Eu odeio raiva contida
Eu odeio o sentido falso do amor
Eu odeio minhas feridas
Me fortalecem mas também me causam dor
E os poetas escrevem seus papeis
E as moças visitam seus bordéis
E no final todo mundo é igual
Todos na merda num mundo infernal
E eu não consigo escrever
Não consigo nem viver
E vendo o mundo morrer
E todo mundo cantando junto
Do seu lado um defunto eu não aguento mais você
Vai todo mundo morrer
Vai todo mundo morrer
E a gente nem vai ver
E a gente nem vai ver



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