
Nunca Sinta Medo
Tribo de Gonzaga
Minha Maria aramaica
Que foi botão e hoje é flor
Depositária do amor
Bailarina dos meus sonhos
Ficam meus olhos tristonhos
Quando de mim se afasta
Carinho que nunca basta
Te darei a vida inteira
Porque és a fazedeira
Da ternura que há em mim
Não sei viver sem teu olhar
Mire antes nos meus olhos
Vou te fazer acreditar
Nada vai nos separar
Nunca sinta medo
Não sei viver sem teu olhar
Mire antes nos meus olhos
Vou te fazer acreditar
Nada vai nos separar
Nunca sinta medo
Minha aramaica Maria
És mia e és a maior
Tu que desatas meu nó
Benditas águas de março
O gosto do teu abraço
É tão doce quanto o mel
Se estás perto, estou no céu
Quando longe é um suplício
Tu és pra mim o início
Da ternura que nunca tem fim
Não sei viver sem teu olhar
Mire antes nos meus olhos
Vou te fazer acreditar
Nada vai nos separar
Nunca sinta medo
Não sei viver sem teu olhar
Mire antes nos meus olhos
Vou te fazer acreditar
Nada vai nos separar
Nunca sinta medo



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