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Lisboa Hotel
UHF
A meio da noite, de um dia qualquer
Lisboa cansada quer adormecer
Nas velhas ruas no centro da baixa
Há vultos esquivos, inventando uma casa
Hua, hua, hua hey
Enrolados em trapos, suites de cartão
Totalistas do acaso, hóspedes da ilusão
São velhos e novos às vezes em tribos
Partilhando entre si, a vingança do destino
Hua, hua, hua hey
O hotel está aberto, com as portas fechadas
Noite da indiferença ninguém sabe quando acabas
Há um refrão na história, na canção conhecida
A face da miséria é o negro lado da vida
Hua, hua, hua hey
Escrita por: António Manuel Ribeiro. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por dalmo. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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